sábado, 30 de outubro de 2010

Vigiar E Punir – Michel Foucault



Vigiar e punir (em francês: Surveiller et Punir: Naissance de la prison) é um livro do filósofo francês Michel Foucault, publicado originalmente em 1975 e tida como uma obra que alterou o modo de pensar e fazer política social no mundo ocidental. É um exame dos mecanismos sociais e teóricos que motivaram das grandes mudanças que se produziram nos sistemas penais ocidentais durante a era moderna. É dedicado à análise da vigilância e da punição, que se encontram em várias entidades estatais (hospitais, prisões e escolas). Foca documentos históricos franceses, mas as questões sobre as quais se debruça são relevantes para as sociedades contemporâneas. É uma obra seminal que teve grande influência em intelectuais, políticos, activistas sociais e artistas.



Foucault muda a ideia habitualmente aceite de que a prisão é uma forma humanista de cumprir pena, assinalando seis princípios sobre os quais assenta o novo poder de castigar:



Regra da quantidade mínima

Regra da idealidade suficiente

Regra dos efeitos (co)laterais

Regra da certeza absoluta

Regra da verdade comum

Regra da especificação óptima

A partir destas, o delinquente pode ser definido em oposição ao cidadão normal, primeiro como louco, depois como meliante, malvado, e finalmente como anormal.



O livro tem quatro partes, intituladas "Suplício", "Punição", "Disciplina" e "Prisão".





Clique na Imagem ou copie e cole o link a baixo:



http://www.4shared.com/file/87634020/6b15cb56/foucault2C_michel_-__vigiar_e_punir.html

Do criador de CSI - Grau 26

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Não, nós não estamos falando sobre uma poça de sangue. Estamos falando de um ex-jogador de futebol em boa forma. Você provavelmente não sabe disso, mas Sqweegel é um grande fã de futebol. Na infância, Sqweegel queria nada mais do que jogar futebol. Quando criança, ele assistia a jogos de futebol da arquibancada e imaginava-se jogando pelo “Ol’ blue and gold”.




Aproveitando de sua flexibilidade, ele iria ser um grande corredor, uma vez que ele poderia contorcer-se sem que ninguém o atacasse. E, finalmente, a oportunidade chegou. E ele realmente jogou. No final, porém, mesmo com sua flexibilidade não foi conseguiu passar pelo alto, e por essa razão foi expulso da equipe. Provavelmente por ser um garoto estranho, Sqweegel foi deixado de lado. (E também por insistência de seu Treinador em fazer com que Sqweegel usasse uma roupa colada ao corpo de látex branco.) Sqweegel sentiu-se triste e vingativo, começando assim a sua entrada para o mal.

domingo, 9 de maio de 2010

Faça em casa uma escova como de um salão



Faça em casa uma escova como de um salão



Acordou seus cabelos não estão ajeitando e tem um compromisso importante e tem de estar com os cabelos perfeitos, mas não tem tempo para ir num salão.

Quer ter cabelos lisos na hora que quiser?

1º A primeira coisa a fazer é lavar seus cabelos com seu xampu e condicionador de uso normal, ainda no chuveiro desembarace os fios, tire todo condicionador e se seu cabelo tiver muito volume passe um leave-in (cremes que dispensam enxágüe) só no comprimento.

2º Tire todo o excesso de umidade do cabelo com a toalha, mas sem esfregar a toalha na cabeça, pressione com cuidado, depois passe um pente de dentes largos para deixar os fios soltos e sem nós.

3º É proibido torcer os fios como se fosse uma toalha de banho, nem deixar aquele restinho de condicionador, isso só ajuda a enfraquecer os cabelos, alem de depois eles quebrarem mais fácil.

4º Conhece aqueles cosméticos termoativados, prometendo dar vida ao cabelo com a ajuda do secador? Hoje existe muito produtos impostores em vários lugares, para evitar problemas confira a textura do produto, prefira os de consistência suave, assim o cabelo mantem o brilho.

5º É obvio que a escova deve ser boa, as de cerdas de javali são as melhores e mais macias. Mulheres de cabelos grosso é recomendada as de nylon. Cabelos lisos requerem uma escova térmica, ajuda a modelar melhor a ponta. Cabelos encaracolados uma escova mista de cerâmica, com íons, ajuda alisar e modelar.



6º Com o secador comece a secar o cabelo, com ajuda das mãos, cuidado para não embaraçar, quando o cabelo estiver apenas úmido, faça divisões em diagonais, trabalhe o cabelo mecha por mecha, assim a raiz não fica marcada.

7º O bico do secador influencia muito no resultado final, ele deve ser posicionado sempre na diagonal e o jato de ar deve seguir de cima para abaixo, (da raiz paras pontas). Dessa forma as escamas se fecham evitando o efeito arrepiado.

8º Inicie pela raiz, alisando bem, em seguida passe para a metade do comprimento para que de brilho ao cabelo, por último as pontas é que deve ser modelada, esse é o segredo de uma escova com movimento e você estará maravilhosa.

9º Se seu cabelo for liso e com pouco volume, termine a escova com um jato de ar frio, essa é o segredo, da mais movimento ao cabelo. Se o cabelo for cacheado, precisa da chapinha para o toque final, seu look ficará mais liso.

10º Para que sua escova dure mais um bom finalizador, mas fique atenta no rótulo, evite os que contêm silicone, principalmente se o seu cabelo tiver a tendência à oleosidade. São altas as chances de ficar com a aparência de sujinho.

11º Em dias úmidos a fixação e a escova dão mais trabalho. Existem muitos de sprays, com diferentes níveis de fixação. Recomendo o uso de spray seco e de fixação média, não exagere para que seu cabelo não fique sem balanço e aspecto de duro.

Flávia Silva

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Recicle essa ideia...


Praticidade, estilo e responsabilidade social. Quando aberta, é uma bolsa grande e espaçosa, mas quando dobrada, ela fica compacta e cabe em qualquer lugar, na mala de viagem ou mesmo na bolsa que usamos no dia a dia. Feita em algodão, o novo item reforça a causa do Programa CPV, com uma arte que trabalha de forma lúdica a importância da leitura: “Recicle suas ideias. Leia e transforme o mundo.”

terça-feira, 23 de março de 2010

Mãe de Isabella chora e relata ciúmes da madastras; júri será retomado nesta terça

Atualizada às 23h50

No único depoimento de testemunha realizado nesta segunda-feira (22) durante o júri popular do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, a mãe de Isabella Nardoni, Ana Carolina Oliveira, chorou por pelo menos três vezes, provocou o choro de ambos os réus e relatou o amor de Alexandre pela filha e o ciúme que a madrasta teria da relação do marido com a menina e com sua ex-mulher.

Manifestações e vaias ao redor de fórum

Advogado quer acareação entre mãe de Isabella e casal Nardoni; para acusação, pedido é "desumano"
O casal é culpado ou inocente? Dê sua opinião
Qual será a decisão do júri? Vote aqui!
"Vou pedir só Justiça, nada além disso", diz promotor; assista à entrevista ao UOL
Envolvidos no caso Isabella estão entre os mais citados por brasileiros no microblog Twitter
O depoimento, que começou por volta das 19h30 e terminou às 21h50, foi tomado pelo juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri do Fórum de Santana, no julgamento que irá decidir nos próximos dias se pai e madrasta de Isabella -- que morreu ao cair do 6º andar do Edifício London, zona norte de São Paulo em 2008-- são culpados ou inocentes pela morte da menina.

O júri foi interrompido após o depoimento de Oliveira e deve ser retomado nesta terça-feira (23), a partir das 9h, com outras testemunhas de acusação. Testemunhas e jurados passam a noite no fórum e os réus são encaminhados a unidades prisionais da capital paulista.

Segundo Ana Oliveira, haveria uma disputa de Jatobá pela atenção de Alexandre em relação à menina Isabella. Ana Oliveira evitou citar o nome da madrasta, se referindo a ela apenas como "Jatobá" na maior parte das vezes.

"A mãe dele contava para a minha mãe que ela tinha ciúme da Isabella, que ela disputava a atenção dele com ela."

Oliveira também disse que chegou a manter contato com a madrasta pela internet e que ela sempre perguntava como havia sido o relacionamento deles. "Parecia que estava querendo investigar alguma coisa", afirmou.

Ainda de acordo com Oliveira, na presença de Jatobá, Alexandre Nardoni tinha um comportamento diferente. "Quando ela não ia com ele [Alexandre] buscar a Isabella, o comportamento era completamente diferente". Ana Carolina disse também que Alexandre ligava para Isabella apenas durante a semana. "Ela [Isabella] não funcionava em horário comercial."

Tudo sobre o julgamento

Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta de Isabella, são acusados de homicídio doloso

Saiba onde será o julgamento
Nova lei acelera júri; entenda
Pai pode ter pena maior

Durante o relato, Alexandre Nardoni se curvava em atenção ao que Ana Oliveira dizia, acenando com a cabeça quando concordava. Já Anna Jatobá se manteve recostada à cadeira, escondendo-se atrás de uma pilastra. Ela carregava lenços de papéis de colo e dava sinais de um choro contido.

Em seguida, a mãe de Isabella foi questionada sobre o dia do crime. Disse que Alexandre atribuiu a morte da filha a um ladrão que havia invadido o apartamento.

Pouco depois, questionada sobre qual seria o maior sonho de sua filha, afirmou: "Aprender a ler". "Eu soletrava para ela escrever uma cartinha quando ela me pedia. Aí, ela dizia que, quando aprendesse a ler, ela iria escrever uma cartinha para mim", disse Ana Oliveira, que interrompeu essa parte do depoimento para chorar. "A única coisa que ela sabia escrever era o nome dela", completou, aos soluços.

Nesse momento, Alexandre Nardoni também começou a chorar, e Ana Oliveira continuou o depoimento dizendo que o ex-marido sempre aceitou sua gravidez e que nunca recebeu nenhuma reclamação dele por parte de Isabella. O mesmo disse em relação a Anna Jatobá.

Oliveira é considerada a testemunha-chave da acusação no julgamento. Ela chegou de carro e entrou por uma entrada lateral do fórum, acompanhada pelo pai, José Arcanjo de Oliveira, e pela advogada, Cristina Christo Leite, que também é assistente de acusação no caso.

Os jurados

Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá são julgados pela morte da menina por quatro mulheres e três homens, que foram escolhidos nesta tarde para compor o Conselho de Sentença. Desses sete jurados, cinco nunca participaram de um júri. Por isso, por volta das 18h, os cinco novatos receberam esclarecimentos sobre como funciona um júri popular por parte do juiz Maurício Fossen.

Houve uma recusa de um jurado por parte da defesa e outra por parte da acusação, ambas de mulheres.

Antes do sorteio dos jurados, a defesa do casal fez requerimentos para adiar o júri e realizar diligências. Todos foram negados pelo juiz Maurício Fossen, que preside o julgamento.

Nardoni e Jatobá entraram juntos hoje na sala do tribunal que irá julgá-los. Esta foi a primeira vez que eles se encontram desde que foram interrogados, em maio de 2008.

No julgamento, Jatobá vestia uma blusa rosa e calçava um sapato baixo. Nardoni estva com uma camiseta branca, com uma faixa azul, e calçava um tênis. Ambos vestiam calça jeans. A Justiça não permite a presença de fotógrafos nem de cinegrafistas no local do julgamento.

Os dois negam as acusações e se dizem inocentes. A estimativa do tribunal é de que o julgamento dure até cinco dias.

Plateia reveza senhas para assistir ao júri dos Nardoni
Os curiosos que chegaram ao Fórum de Santana para assistir ao júri estão dividindo suas senhas. Uma das interessadas, estudante de direito, e que não quis se identificar, aguardava sua vez de entrar no plenário. "Estou dividindo essa senha com cinco pessoas", contou ao UOL Notícias.
Entenda o julgamento

O promotor do caso, Francisco Cembranelli, defende que Isabella foi jogada pela janela do 6º andar do Edifício London pelo pai. Antes, teria sido esganada pela madrasta e agredida por ambos. Já a defesa do casal insiste na tese de que havia uma terceira pessoa no prédio.

O advogado Ricardo Martins, que defende o casal junto com o advogado Roberto Podval, disse hoje não ter dúvidas da absolvição de seus clientes. “Eles serão absolvidos com certeza. Não há nenhuma prova que ligue o casal a este crime. Não há nenhuma perícia crucial, como o próprio promotor admitiu há poucos dias do júri. Além disso, há inúmeros falhas nesse processo", afirmou.

Para Martins, a cobertura da imprensa sobre o caso pode influenciar na decisão do júri. “Eu estou certo de que se os jurados estiverem dispostos a ouvir as provas eles vão absolver. Agora, se vierem pensando só no que a imprensa tem dito ao longo desse tempo todo, aí até eu teria um monte de dúvidas”. Questionado se há hipótese de o casal confessar o crime, o advogado disse que é impossível. “O casal não irá confessar algo que não fez."


será que vão ser condenados ou não??????

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Negócio ecológico é uma das tendências para 2010

03.01.2010

Uma empresa que usa matéria-prima reciclada para a montagem de estandes prevê crescimento de 30% em 2010. O número é um reflexo da consciência dos brasileiros em preservar o meio ambiente. Veja outras dicas de negócio ecológico em vídeo.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

ABSORVENTES QUE DURA CINCO ANOS...


De início, essa conversa podia parecer um pouco “estranha”. Mas eles são tão bonitinhos e o intuito é tão legal que qualquer receio fica para trás. Estamos falando desses absorventes aí ao lado. São renováveis. Isso mesmo. Nada de usar uma vez e jogar no lixo.

Mas também nada de falta de higiene. Os absorventes, inspirados no modelos de nossas avós ou bisas, usam toalhinhas de algodão. Depois de usadas, devem ser bem lavadas e secadas para serem usadas novamente. Os ginecologistas aprovam o material, dizem que é mais saudável para a mulher do que os plásticos.

E isso não é conversa de doido ou de ambientalista radical. A moda já está chegando em Brasília, São Paulo e no Rio de Janeiro. E ganhando adeptas. Quer saber como? Leia abaixo a matéria publicada no Correio Braziliense de ontem sobre a criação do modser, o absorvente verde idealizado por duas belas brasilienses, Mônica Passarinho e Nara Gallina. A matéria é de João Campos.

“A idéia de usar um absorvente lavável, que chega a durar até cinco anos, pode parecer estranha a primeira vista. Coloca em jogo a relação da mulher com o próprio corpo e propõe uma mudança significativa de comportamento. Mas a motivação por trás da iniciativa de duas brasilienses em trazer o produto para a capital é nobre. E verde.

Apesar de dividir opiniões, o Modser, como é chamado, significa um avanço na preservação ambiental e na economia doméstica. Inspirada na antiga forma de conter o sangue da menstruação — quando se usava toalhas de algodão na calcinha —, a alternativa começa a ganhar adeptas na cidade.

Especialistas afirmam que o modelo diminui os riscos de alergia e preserva a saúde da mulher, mas alertam para os cuidados na higienização do material.


Essa história começa em 2005, quando a estudante de biologia Mônica Passarinho, 25 anos, fez uma viagem pela América do Sul. Na Venezuela, conheceu uma australiana que tinha comprado um absorvente ecológico na Inglaterra — absorventes biodegradáveis ou reutilizáveis são vendidos em supermercados e lojas de países da Europa e nos Estados Unidos.

“Achei interessante e, como precisava economizar, resolvi comprar o material e fazer um para mim”, lembrou. No entanto, a produção e venda do Modser em Brasília começou no início de 2008, quando Mônica conheceu a arquiteta Nara Gallina, 24, no Instituto de Permacultura Ecovilas e Meio Ambiente (Ipoema), ONG da cidade.

“Já conhecia alguns modelos pela internet e tinha vontade de trazer o produto para cá. Resolvemos nos unir para começar a produzir e apresentar a alternativa para as mulheres”, contou Nara.

O absorvente renovável tem o tamanho semelhante ao convencional (20 cm) e conta com um compartimento onde são guardadas duas toalhinhas feitas 100% de algodão. Nas abas há dois botões que asseguram a fixação na roupa íntima. “O fato de ser de algodão aumenta a ventilação, diminuindo o mau cheiro do sangue”, explicou Mônica, que buscou o aval de ginecologistas durante o desenvolvimento do produto.

Segundo ela, a eficiência do Modser — o nome faz uma alusão a um novo modo de ser feminino — é equivalente à do tradicional: “Se a mulher troca de absorvente três vezes por dia, ela continua com a mesma freqüência”. O número de toalhas colocadas no compartimento varia de acordo com a intensidade do fluxo de sangue.

“Cada unidade vem com duas toalhas, mas a mulher pode adquirir outras ou usar apenas uma para ter mais segurança”, complementou a estudante.

A produção é feita a quatro mãos. Os tecidos são comprados em um mercado de Taguatinga e higienizados pela própria dupla. “Temos duas máquinas de costura e trabalhamos em casa. É trabalhoso, mas vale à pena. Representa um grande passo na união dos cuidados com a saúde e o planeta”, observou Gallina. Até o momento, as amigas produziram e venderam 600 absorventes. Elas trabalham para fazer outros 400 até julho.

“A aceitação foi boa. Mostra que as mulheres estão abertas para mudanças e para a preservação do meio ambiente”, comemorou a arquiteta. A venda começou entre amigas, que comercializaram para as amigas das amigas e assim por diante. A unidade do modelo padrão custa R$ 12,50 e o noturno, um pouco maior para conter o fluxo à noite, R$ 15,20.

Saúde
Mulheres entre 20 e 30 anos representam a maior parte do público que busca os absorventes amigos da natureza. A culinarista vegetariana Marina Corbucci, 24 anos, soube da existência do Modser há oito meses, em uma conversa com amigas. Resolveu experimentar e aprovou o produto.

“É preciso conhecer a intensidade do fluxo para adequar o uso, mas ele nunca me deixou na mão. As toalhas juntas são mais absorventes que o plástico cheio de algodão do convencional. Além disso, o contato com a pele é mais sensível e evita a alergia”, contou.

Além de cuidar da própria saúde, ela procurou a alternativa para diminuir a produção do lixo vindo da indústria dos absorventes (leia abaixo). “É preciso repensar o nosso modo de consumo para ajudar a diminuir quantidade de lixo jogada no planeta”, alertou.

O ginecologista Antônio Carlos da Cunha, professor do departamento de medicina da UnB, afirma que os absorventes totalmente feitos de algodão são ideais para preservar a saúde da vagina. “Para manter a acidez da vagina é preciso cuidar do equilíbrio da flora bacteriana.

Os absorventes convencionais têm muitos produtos químicos, como perfumes e cola, que prejudicam as bactérias que mantêm a boa saúde do órgão e alteram a acidez da mucosa interna” explicou o especialista. Segundo ele, a química deixa a vagina mais propícia à infecções e reações alérgicas, reclamação freqüente entre as pacientes.

No entanto, Antônio alerta para os cuidados na limpeza do material. “É preciso tirar os resíduos de sangue, deixar secar totalmente e guardar em local limpo e arejado”, complementou.

Segundo a dupla que luta pelo sucesso do Modser na capital do país, a principal queixa com relação ao uso do produto diz respeito à praticidade. Muitas mulheres alegam não ter tempo para lavar o absorvente, outras têm nojo do próprio sangue. Há algumas mulheres que reclamam do vazamento. Mônica explica que no tradicional, por ser vedado com plástico, o sangue escorre pelas bordas. Já no reutilizável, escorre pelos fundos.

“São necessários dois ciclos até a mulher adaptar o tempo de troca do Modser à sua necessidade, assim como ocorre com o tradicional. Recebemos pouquíssimas reclamações. É uma questão de adaptação”, explicou Gallina. “A mulher deve querer a mudança e entender que o bem virá para todos”, concluiu Mônica.”